Você também escreve, e escreve bem. E apesar do nosso “perdido”
ter sido assim tão cheio de calor, diversão e superficialidade. Tudo tão
prático, direto e reto. Tem algo em você e nas suas palavras e no teu humor que
fazem eu me lembrar de mim. Daquela Maria Eduarda que ficou pra trás e existiu
um dia em uma rua escura de noite e iluminada de luzes, frágil, solitária, sonhadora
e inocente, melancólica. Mesmo sabendo que nosso contato nunca passará disso
(nem há necessidade – talvez), meus olhos se marejam por mirar em seus olhos
verdes uma coisa assim, tão eu.

Melancolia é o começo
ResponderExcluirde uma jornada sem preço
uma fissura sem fusão
um comentário idiota
o tom alto de uma nota
uma rima de fácil conclusão.
=)
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